Por Redação | 07 maio 2018

Você já ouviu falar ou conhece alguém que trabalha como PJ? Esta sigla significa “Pessoa Jurídica”, ou seja, é alguém que possuí um CNPJ (empresa) e que presta serviço para outra empresa. Com a facilidade dos últimos anos em adquirir este registro, o mercado de trabalho acabou abrindo mais uma possibilidade de contratação – o que cria novas oportunidades. 

A CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) é ainda hoje a prática mais conhecida por garantir direitos ao trabalhador através da carteira assinada, por isso, a procura por este modelo de contratação ainda é maior no nosso país.

Em um último balanço feito pelo Portal do Empreendedorismo, hoje o Brasil passou o número de 7 milhões de registros MEI (microempreendedorindividual), o que possibilitou que o trabalho informal aumentasse e ganhasse também mais espaço no mercado de trabalho. 

Quando confrontamos os dois modelos de contratação é comum surgir uma dúvida: QUAIS DAS DUAS É A MELHOR OPÇÃO? 

Vamos ver a seguir os principais pontos a ser considerados: 

- Sendo um MEI você possuiu maior flexibilidade de trabalho e horário, ou seja, você precisa cumprir combinados e entregar o trabalho que foi contratado. 

- A CLT possuí direito às férias, já a contratação PJ não, afinal, você é um prestador de serviço.

- Quando você é PJ, você é pago pela tarefa. Caso, queira fazer algum trabalho paralelo para outra empresa não há nada que impeça. 

- Quando você é demitido (sem justa causa) do regime CLT, você recebe uma série de benefícios, inclusive o seguro desemprego (de acordo com o tempo que você ficou na empresa). 

- Já que os empresários não possuem custos com impostos destinados a CLT é de praxe que os salários de PJ sejam maiores.

- Quando você se torna PJ, automaticamente sua organização deve ser impecável, já que é preciso seguir diversas regras impostas pelo governo e receita federal.

- Tanto a CLT quanto PJ, possuem auxílios e postos para informações. Seja em sindicatos ou até mesmo o SEBRAE -, hoje ambos os meios contam com o apoio de grandes instituições que estimulam o trabalho da maneira mais correta possível. 


Lendo todos estes pontos, podemos perceber que existem algumas vantagens e desvantagens. Mas, quem define qual das duas é a melhor, é você! 

A primeira coisa a ser levada em consideração é o tipo de trabalho que você irá desempenhar e qual é a política da empresa em relação a contratação. Algumas são flexíveis e pedem para que a pessoa faça a opção, outras já no anúncio deixam claro o regime. 

O importante é entender e alinhar o que você deseja. A clareza vai lhe ajudar a dar a segurança necessária para fazer a opção que for mais conveniente e vantajosa para você e o empregador. 

Redação
Equipe de jornalistas do jornal “O Amarelinho”.