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Recepção da sede da Dow em São Paulo | Foto: Divulgação
publicado em 09/07/2017
Empresa tem rede de apoio para inclusão
Trabalho para aproximar pessoas com deficiência começou há uma década por meio do DEN.
A Dow iniciou o programa há mais de 10 anos, mas o marco foi quando mudou sua sede de São Paulo em 2010. Na ocasião, o prédio foi, desde a concepção, desenvolvido para a inclusão de deficientes. Este processo está em constante evolução e a empresa continua buscando tornar o espaço de trabalho ainda mais acessível.  

Segundo César Abramides, gerente de Gestão de Talentos e Diversidade e Inclusão da Dow no Brasil, a diversidade nas equipes é um reflexo do mundo e do mercado em constante mudança. “As empresas têm de usar este cenário a seu favor através do respeito às diferenças individuais e da garantia de que todos tenham acesso a oportunidades e desafios e possam crescer e se desenvolver, entregando resultados de acordo com seu potencial”, acredita. 

Assim como as outras redes da Dow, o DEN (Disability Employee Network) é composto por voluntários que formam um grupo de apoio, além dos colegas mais próximos, na fase de adaptação ao novo emprego. “Temos cerca de 220 membros no Brasil”, diz o gerente. 

Para Abramides, a diversidade dos funcionários faz a força da corporação. “Eles refletem o mundo onde fazemos negócios e a comunidade em que vivemos. A Dow se orgulha de ser campeã em uma força de trabalho totalmente inclusiva e diversa”, afirma.

Postos de trabalho foram concebidos para inclusão
Postos de trabalho foram concebidos para inclusão (Foto: Divulgação)
Entre os principais objetivos do DEN estão melhorar a percepção sobre funcionários com deficiência e de suas contribuições, apoiar melhorias no processo de retenção e recrutamento de funcionários com deficiência, facilitar o networking, as oportunidades de crescimento e proporcionar recursos e apoio aos profissionais com deficiência para que atendam às necessidades de suas famílias e ajudar os líderes a criar um ambiente inclusivo e de apoio. 

Abramides lembra que a questão de PcDs no Brasil se restringia às questões de cotas e obrigações legais. “A percepção geral, equivocada, era considerar a pessoa com deficiência inválida e que ela não teria as mesmas oportunidades e resultados entregues por outros colaboradores”, lembra.

Por este motivo, o DEN lidera esforços para quebrar estes estereótipos. Para o grupo, um dos principais fatores que excluem as pessoas é a falta de conhecimento. Por isso, promove a sensibilização sobre o tema da diversidade voltada para os deficientes físicos, organizando workshops internos e fortalecendo a cultura de inclusão e integração na empresa. “Também existe um programa de mentoria reversa para que os funcionários com deficiência possam ser os mentores dos líderes e demais colaboradores,  desmistificando e propagando o conhecimento sobre o assunto”, finaliza.